A comunidade de information architecture tem uma coisa muito espertucha e massa de reconhecer o poder do marketing envolvido no compartilhamento de informações: a GRANDE maioria do que existe sobre IA está disponível online e de graça, espalhado por blogs e comunidades. Se alguém consegue encontrar a minha apresentação/deliverable/teoria, ela será reconhecida e eu terei muito mais trabalho/dinheiro/prestígio.
Por causa disso a IA Summit, evento de arquitetura de informação que acontece todo ano nos EUA, teve grande profusão de informação, mas a sensação que eu tive foi de que tudo aquilo já estava na internet em algum lugar — mas provavelmente eu não me prestaria a ler porque sei lá. Foi bom assistir ao vivo, especialmente palestras de gente como Eric Reiss, com patos de borracha sendo jogados na tela do datashow, Peter Morville, considerado o grande criador da disciplina de IA, Leah Buley, que eu nem conhecia mas que fez todo mundo ficar feliz. E isso tudo está ou estará disponível online em forma de podcasts, PDFs e slideshares
Junte tudo isso a muitas pessoas de áreas acadêmicas e de trabalho sendo simpáticas muito além da média pra falar com muitos estranhos e o que temos é um clima massa, agradável. O milhão e meio de brasileiros que apareceram foi uma surpresa boa; e eu não esperava que metade deles estivesse morando fora do Brasil.
Hm, que vontade de criar outro blog só pra falar de IA e coisas geek. Mas, ach, eu mal atualizo esse.
Tá aqui. Afinal, a web não precisa de muita coisa além de um conceito por trás.
Finalmente criaram um widget de tirinhas do Dilbert. E eu nem gosto de widgets, e eu mal entendo o que são widgets exatamente, mas esse tá especial. Pra pegar também, é só clicar em grab it depois de passar pela tela inicial.
Tá ligado que o Radiohead lançou um CD novo né?
E que ele tá disponível pra download no site deles.
Pelo preço que você quiser pagar.
É que rolou uma lagriminha aqui, achei bonito que algumas pessoas estão tentando entender a internet, finalmente. Tomara que dê certo e revele novos business models.
Rodrigo Roesler, membro honorário do Mondo Estudo e o meu, o seu, o nosso garoto que faz programas predileto, criou Trapped, um jogo excelente e viciante. Quando eu conto pro meu chefe que ele fez absolutamente tudo sozinho (tirando o tal do inglês que o Maestrini ajudou) entre um freela e outro, ele não acredita. E é tão bom que eu tive que parar quando estava com um abridor de garrafas, uma garrafa, uma chave, uma carta e um livro porque era hora de discutir com uma designer no trabalho, ligar pro man-with-van pra iniciar a mudança pra casinha nova e enviar um e-mail pro meu namorado decepcionado. Mal posso esperar pela 2a. e 3a. partes - mas que, se depender do curso que a minha vida real está tomando, terão que esperar por mim.
Fui no Google Plex hoje, na 16a. com a 8a. avenida:
- refeitório com vista pro Empire State Building servindo almoço grátis;
- 25 tipos de cereais matinais à disposição dos funcionários a qualquer momento;
- LEGO À VONTADE MESMO;
- pessoas circulando pelo escritório de patinete.
Até a escadaria de incêndio e os funcionários adolescentes nerds pareciam legais.
Update: não, eu não mandei meu currículo pra lá. Ainda.
Dêem boas vindas ao primeiro longa-metragem postado no YouTube, Four Eyed Monsters. É um filme autobiográfico, produzido, dirigido e “atuado” por um casal em NYC. É uma produção bastante modesta, mas a história é bonitinha, razoavelmente bem feita, e fecha perfeitamente com o visual digital (o que é raro). Recomendo, e lembro que ele está em cartaz no site apenas até 15 de agosto, ficando disponível depois somente através do site oficial do filme. Quem gostar deve inscrever-se no http://www.spout.com/foureyedmonsters, que rende US$1 por assinatura aos cineastas pra cobrir o rombo financeiro, e não custa nada. Não é exatamente um bom modelo de negócios, mas dá pra começar a pensar em lançamento de filme que não passe pelo inferno da distribuição.
P.S.1: valeu, Eks!
P.S.2: eu juro que estou fazendo várias outras coisas além de ver filmes. Em seguida eu conto.
Quem for ao Google Maps visitar NYC tem disponível a Street View, que mostra uma panorâmica de várias esquinas de Manhattan, que já está quase toda mapeada. Como eles fizeram isso? Não sei. Se dá pra ver essa opção visitando o Google Maps de um computador do Brasil? Também não estou certa.
Aí embaixo é o prédio onde eu trabalho:
A Stanford study entitled “Silicon Sycophants ” showed that people respond positively to flattery from computers. In a series of tests, users rated system performance more highly when the system said nice things about the user. This held true even when users were told to expect gratuitous flattery. In another Stanford experiment, Clifford Nass showed that people are polite to computers. After completing several tasks using a computer system, subjects were instructed to evaluate system performance. Responses solicited on that same computer were significantly more positive than those solicited on a different computer or via paper and pencil. Apparently, people were reluctant to criticize the computer to its face. And finally, even Don Norman has gone soft on us with his latest book about Emotional Design which presents scientific evidence that attractive things work better. Since being happy broadens our thought processes and facilitates creative thinking, attractive products that make us happy can improve our ability to use them. In effect, they work better because we work better. Small gifts (and flattery) can have similar positive effects.
@ Ambient Findability, de Peter Morville - Editora O’Reilly