Na PhotoPlusExpo, essa adorável ex-bailarina atual fotógrafa de moda explicou como é o seu fluxo de trabalho com fotografia digital. E eu pensava que digital tornaria a vida de todo mundo mais fácil.
Ela trabalha com câmera médio formato, que é o default para esse tipo de foto, pelo menos por aqui. Algumas dessas câmeras, no caso dela a Hasselblad, aceitam um back digital, que gera fotos estúpidas de 16 ou 22 megapixel. Essas fotos são transferidas por wi-fi para um computador (Mac) que estará presente no set. Em frente ao computador, estará sentado um assistente nerd que olhará todas as fotos tiradas, medirá com o conta-gotas as zonas escuras e claras (15 no mínimo e 245 no máximo) para avaliar se há detalhe em todas as zonas. Ele verá também coisas simples como o foco da câmera, e gritará todas essas coisas para o fotógrafo em código, pois estarão presentes também o cliente, dizendo que está tudo uma porcaria, e o diretor de arte. Essa gente não precisa saber que tá tudo desfocado e que ela tá cortando a cabeça da modelo.
Esses dois últimos estarão nos ombros do assistente, mas não dirão que as cores estão erradas, pois o computador tem um sistema de calibragem do monitor instalado que não permite erros. Também estão ligados ao computador dois drives externos que fazem backup de tudo, e que viajarão separados na volta. Em uma hora, contatos das fotos estarão online para o diretor de arte.
Ah, o dinheiro. Não há com o que se preocupar, ainda é possível fazer fotografia sem uma parafernália de um milhão de dólares. Mesmo.
Sarah Silver também tirou uns minutos pra contar como é o seu processo fotográfico. Isso é o mais incrível de escutar dos fotógrafos, na minha opinião. Como se verá no portfolio, ela adora fotografia de movimento, e começou tirando fotos de bailarinos. Isso foi aplicado ao seu trabalho com moda, e o problema do congelamento do movimento foi resolvido com a fotografia digital. Ao contrário de outros fotógrafos com quem falei, ela gosta de arrumar a luz (em geral apenas um spot), fazer a fotometragem e ficar livre para dirigir o modelo, inclusive sem necessariamente acompanhar pelo visor da câmera.
A liberdade no processo fotográfico dela é compensada pela exatidão da fotografia digital. Na fotografia de filme, é possível apenas ser muito fera e SABER que a foto vai ficar boa na configuração da situação. Por outro lado, ainda que menos romântico, é compreensível ter um workflow assim, que cuide de todas as variáveis, especialmente quando a fotografia digital tem menos flexibilidade nas mudanças de contraste.
Pois é, alguém criou quadrinhos para fotógrafos nerds.
*eu quero uma camiseta disso!*
Pronto, passou.
Technique
1. Stick tongue out
2. Feign ecstasyTheory
In recognizing the tongue in its part time role as a sex organ this pose also perpetuates the myth that any woman who sticks her tongue out is probably a nymphomaniac hungry for your pork lollipop (pork-sicle?).Comments
Outside my own dark dreams no woman’s ever stuck out her tongue in the hope of attracting someone’s attention because, despite looking great, being treated like a human ice-cream is less satisfying than being treated like an ice-cream shake.
Sensacional. Not safe for work. Valeu, Mojo!
“When Guy Bourdin was getting his start, he and Helmut Newton started a legendary game of chicken, at Vogue, to see who could get away with the most sadistic photos. Bourdin clearly won after the editor was forced to revive two near-asphyxiated models during a shot for the Christmas issue.” (Marc-Edouard Leon, para Flaunt de Setembro 2006)
Apesar de parecer óbvio, vale a pena contar que, sempre que se precisa de qualquer coisa por aqui, vale a pena procurar na Craigslist. É um site gigante de classificados separados por cidade ou estado, e todo mundo aqui nos EUA anuncia lá. Foi através dele que eu achei a minha roommate.
E, na mesma semana, ainda consegui VENDER UMA CAMA.
Logo que eu dei o lance pra alugar o quarto, saí pra comprar uma cama na Ikea, que é tipo uma Tok & Stok no quesito Do It Yourself, só que barata para os padrões daqui. Por algum motivo que me foge, eu comprei uma cama de solteiro. Ah, claro, meu quarto tem 2,5mX2,5m de área útil. Ainda assim, depois de morar sozinha por um ano e meio, não dá pra dormir em cama de solteiro. É meio triste. Resolvi que tinha que trocar por um sofá-cama tamanho casal.
E anunciei a cama novinha na craigslist. Tentando não me sentir uma idiota por mudar de idéia. E, em dois dias (mais tempo do que eu esperava), vendi para Victoria.
Victoria veio aqui e revelou ser uma russa casada com um russo. Tinha uns 50 anos, e era bonita, mas discreta. Magrinha, cabelo comprido preto preso, bem branca, com um jeito de quem nunca saiu na rua com os ombros de fora ou de calças — apenas saias. Parecia tão, mas tão respeitável. O marido dela era um desses russos brabos com a cara quadrada e eles ficaram uns 10 minutos discutindo em russo no meu quarto sobre levar ou não o colchão.
Ela me contou que já tinha ido ao Brasil, ver um guru em Abadiania, ou coisa parecida. E que o marido dela ia matar ela por ter causado tanta confusão com a cama. E, é, ele tava meio de cara por ter que estacionar em lugar proibido, correndo risco de tomar uma multa de US$900 pra economizar uns trocos numa cama da Ikea.
Sei lá, são coisinhas que eu talvez não contasse pras pessoas daqui, porque elas estão tão acostumadas. Mas eu quero aproveitar enquanto estou deslumbrada.
É, no mínimo, uma técnica bonitinha. Tentarei e postarei os resultados aqui (ah, os links foram dicas do Eks)
The use of HDR images (High Dynamic Range) is another photography trend that has recently been gaining mainstream popularity. Thanks to the internet, it’s very easy for photographers of all levels to learn how to perform these techniques on their own images, as we have seen on PingMag with the technique used in 10 Tiny Tokyo Photos. The technique in that article - which makes birds-eye-view photos of real buildings resemble tiny miniature models - created a mini boom in the world of amateur photography, fascinating photographers and the people viewing the photos with how easily the eye can be tricked. HDR images are now set to be the next mini trend - in this article I’ll explain what HDR is and show you some experimental HDR images, taken in Tokyo.