Alex Castro fez um excelente comentário sobre a mania dos americanos de querer saber qual é a tua raça com respostas diferentes da pergunta. Perguntam nos formulários pra qualquer coisa aqui se eu me considero hispânica, européia, branca ou negra. Sou branca, não sou (bastante, mas tem uma gente aqui que é ALBINA)? Não, pois, branco = branco de origem (?) americana. Minha tez holandesa que não pode tomar vinho sem ficar VERMELHA pode ser considerada européia então? Também não. A resposta certa é: sou hispânica, como TODO MUNDO na América do Sul. Mas, ei, minha origem não é exatamente espanhola, e eu só aprendi espanhol no ano passado. Mas do que a gente tava falando mesmo, não era de raça? Não sei. Felizmente essa pergunta não exige resposta na maioria dos formulários, então escolho me abster.
A Stanford study entitled “Silicon Sycophants ” showed that people respond positively to flattery from computers. In a series of tests, users rated system performance more highly when the system said nice things about the user. This held true even when users were told to expect gratuitous flattery. In another Stanford experiment, Clifford Nass showed that people are polite to computers. After completing several tasks using a computer system, subjects were instructed to evaluate system performance. Responses solicited on that same computer were significantly more positive than those solicited on a different computer or via paper and pencil. Apparently, people were reluctant to criticize the computer to its face. And finally, even Don Norman has gone soft on us with his latest book about Emotional Design which presents scientific evidence that attractive things work better. Since being happy broadens our thought processes and facilitates creative thinking, attractive products that make us happy can improve our ability to use them. In effect, they work better because we work better. Small gifts (and flattery) can have similar positive effects.
@ Ambient Findability, de Peter Morville - Editora O’Reilly

Coisas demais pra fazer têm me impedido de manter uma frequência mínima nesse blog. Eu posto hoje pra avisar que vai ficar ainda pior pelo menos até o fim de abril. A razão disso são novidades profissionais (ou seja, mais trabalho) e meus pais que chegam essa semana pra me visitar. Mas juro que está tudo bem. A primavera chegou, continua frio e nevando e eu não agüento mais, mas já tem flores roxas na rua.
Projeto Gmail Paper promete enviar versões impressas por correio comum dos teus e-mails guardados no Gmail. Em papel que quanto mais é produzido, mais ajuda o meio-ambiente. Fotos em anexo serão impressas em papel brilhante de alta qualidade. Tudo de graça, patrocinado por anúncios impressos entre as cartas. E eu caí.