No último fim-de-semana aconteceu o d.u.m.b.o art under the bridge festival, cujo palco é um pequeno bairro do Brooklyn que fica embaixo e entre as pontes do Brooklyn e de Manhattan. Essa área é meio industrial, cheia de armazéns, todos agora ocupados por essas galerias e estúdios de arte que abrem as suas portas para mostrar o que andam fazendo durante esse festival de artes visuais, design, teatro e afins, ocupando até mesmo as ruas. Foi de sexta-feira a domingo, e eu fui apenas na noite de abertura — desculpa, foi o que aprendi na faculdade: beber em vernissage. Outra coisa me lembrou a faculdade nesse dia: tinha aqueles contêiners horríveis que vimos numa das Bienais do Mercosul em Porto Alegre. Mas aqui as obras tinham um caráter mais leve e descompromissado, que misturava ilustração, design e obras de arte que foram feitas para serem vendidas.
Mas, de novo aquela velha história novaiorquina de ter uma vernissage do lado da outra. Por esse motivo, não lembro de quem era a coisa linda que vi e fotografei na beira do Rio Hudson:

ADORO coisinhas coloridas, brilhantes e repetidas. Mas uma aqui, de minha autoria, na frente da obra anterior:

